Diga oi para o Culpa de Keka 2.0

AS CorintiANAS em: “A Incógnita da Fazenda X”

Este post faz parte de uma série. Se você chegou aqui primeiro, leia antes:
As CorintiANAS em “A Nova Grávida do Centro”

QUALQUER semelhança entre esta obra e a realidade é mera coincidência. Eis uma obra de ficção.

A origem da Familía Gramma de Corinto sempre foi um grande mistério. As famílias mais antigas da cidade, que poderiam ajudar na questão, eram na verdade as responsáveis pelo aumento de tantas versões para o verdadeiro passado dos Gramma.

O patriarca, Dom Aristides Gramma, ainda vivo e lúcido , locomovia-se com sua cadeira de rodas pela fazenda da família, e sempre acompanhado de seus capangas. Nunca ninguem entendeu porque a propriedade deles não recebeu nome. Parecia coisa do capeta, não dar nome, batizar a propriedade. O que todos sabiam por fontes da própria família era que ele nunca foi uma pessoa equilibrada. Quando mais moço, não podia ser contrariado ou menosprezado: fazia de tudo para satisfazer os próprios caprichos e passava por cima de tudo e de todos para conseguir seus obetivos. Não tinha escrúpulos e não sabia o que era monogamia. Apesar da falta de caráter, sabia agradar quem era de seu interesse e enganava a todos com o seu jeito de bom moço, mas gostava mesmo era de trair sua mulher com todas da cidade e passar a perna nos amigos que se arriscavam e entravam de sócios nos seus negócios escusos. Muitos deles foram presos e alguns até executados. Sempre a mando de Aristides Gramma, um homem frio e calculista, que conquistou uma grande fortuna e comprou respeito com muito dinheiro sujo.

Os Gramma nunca foram vistos com bons olhos por ninguém da região. Todos tinham muito medo do que aquela família poderia ser capaz. O filho de Aristides , Alcebiades Gramma, herdou a maldade de seu pai, e a avareza de sua mãe, Penta Gramma, uma criatura sombria e mórbida, que aprendeu a viver na solidão e na amargura por maus tratos de seu marido. Ela foi buscar na magia negra forças pra aguentar o seu papel de esposa e mãe de um filho desnaturado que muitas vezes a ameaçara de morte. Não saía na rua para que o povo não visse os hematomas pelo corpo, marcas de brigas com o filho que não a respeitava e a espancava sem dó.

O pai, muito ocupado com a própria vida, fazia vista grossa e cuidava apenas de seus negócios.

O tempo passou devagar, e então veio a grande noticia: Dona Penta seria mãe novamente! Ninguém entendeu como seria possível uma mulher ter a vida que tinha e ter a coragem de por mais um membro daquela família no mundo. Sim, ela deveria ser muito corajosa mesmo. Ou louca.
Anna nasceu de repente, durante a noite, parto normal, sem muito alarde. Dona Penta sentiu a cama molhada e saiu rapidamente para o jardim e deu a luz sozinha sob o luar .

Dizem que na mesma noite podia-se ouvir tambores tocando freneticamente ao longe. Não imaginavam que era um ritual de magia negra, e que comemoravam a chegada de alguém muito especial: Anna Gramma.

Anna era um lindo bebe saudável. Cresceu cercada de muitas criadas, sempre sob os olhos amorosos de sua mãe que a protegia do pai e do irmão. Ela sabia do que os varões da família eram capazes e dos riscos que Anna corria.

Anna Gramma tornou-se a queridinha de Corinto. Uma menina linda, educada, estudiosa, meiga e atenciosa com todos. Na escola, tirava as melhores notas e todos queriam sua amizade. Os meninos a desejavam, assim como as meninas.

Seu corpo escultural atraia até algumas beatas lésbicas enrustidas da igreja local.

Anna completaria 15 anos e sua festa prometia ser o grande evento da década! Ainda virgem, Anna era uma grande incógnita para todos.Como aquela menina poderia ser tão equilibrada e amorosa vivendo no meio de gente tão sórdida e inescrupulosa?

Ela sabia jogar vôlei e era líder de torcida. Criava todas as coreografias nos jogos,e era naturalmente sexy, sem ser vulgar, e isso deixava muita gente encantada por ela.

Mas o que todos não sabiam era que Anna tinha um grande segredo.

Ao nascer, sua mae percebeu um detalhe curioso na anatomia de seu bebê. Anna apresentava os dois sexos entre suas pequeninas e frágeis perninhas. Sim, Anna era hermafrodita!

Nunca poderia revelar isso a ninguém, muito menos ao marido.

Anna: -Mamae, preciso me abrir com a Sra.
Dona Penta: O que é isso minha filha? Cade o respeito!!!
Anna: Nao é nada disso mamãe! kkkkkkkkkkk
Dona Penta: Mas o que foi criatura!!???
Anna: Maezinha, eu ando tão ansiosa pra chegar logo o dia da festa, e sei que estamos correndo pra resolver todos os detalhes, mas tem uma coisa que eu queria contar pra Sra.
Dona Penta: Nao me venha dizer que vc deu !!!
- ( Já gritando aos prantos)- Mas eu não Tê falei que era pra vc se guardar , não mostrar suas intimidades! E agora meu Deus!!! O que vai ser de mim!
Anna: Para com isso Mae! Eu não dei !!!! Ta tudo certo! A Sra. Não confia em mim?
Dona Penta: aí sua louca! Quer me matar de susto!
Anna: É que eu senti um calor estranho qdo a professora me abraçou na saída hoje . Não pude controlar. Acho que ela percebeu e sentiu o meu incógnito inchar lá.
Dona Penta: Nao quero saber de mais nada. Pode parar por aqui.
Anna: Mas eu gostei mamãe. E quero conversar sobre isso.
Dona Penta: Agora não vai dar. Temos que fazer a prova do seu vestido. E não toque mais no assunto. Imagina se vc, na costureira, lembrar do que aconteceu e ficar assanhadinha de novo? Vai ser um escândalo minha filha! Por favor, o que vc tem que não controla?!
Anna saiu um pouco confusa. Não sabia se teria o apoio de sua mãe.

E precisava tomar uma grande decisão: Dançaria na sua festa de 15 anos com o namoradinho, ou aceitaria a proposta ousada de sua amiga amante lésbica para dançar com ela a valsa. Eram tantas as dúvidas na sua cabeça. Sabia que o pai nunca perdoaria. E seu irmão já havia ameaçado de matar sua amante depois de pegar as duas tomando banho juntas dentro de casa. Além do mais, não queria magoar o namoradinho, que sabia agrada-lá muito bem e fazia de um jeito gostoso, e tb aceitava o incógnito dela como um acessório na cama.

Fábio Scat era de uma família simples, mas muito alegre. Atleta e muito fogoso, deixava Anna fazer o que queria com ele, e com as suas partes intimas. Garoto hetero que era, ficou surpreso quando gostou de sentir o incógnito de Anna penetrá-lo com paixão.

Dona Penta nem sonhava com as aventuras sexuais de sua filha. Virgem sim, porém usava seu membro secreto com o namorado.

Anna estava passando por uma grande crise existencial. Chegou a achar que era louca, bipolar, mas na verdade era bissexual. Gostava de meninos e meninas.

Chegou o grande dia. O baile de 15 anos estava um sonho de princesa. Tudo estava funcionando perfeitamente. O buffet, a banda, o dj estava pronto pro after, os amigos todos muito animados, a família cumprimentando os convidados civilizadamente, parecia que estava indo tudo bem.
Mas foi então que Anna Tônia, sua amante lésbica adentra no salão e já vai gritando palavrões e pedindo pra banda parar de tocar, porque ela tinha um presente especial para a aniversariante!

O Silencio durou apenas alguns segundos, e um telão enorme começou a descer, juntamente com as lagrimas de Anna que ainda não sabia o que vinha pela frente.

Senhoras e senhores, começou Tônia, conhecida também como Tonhão do bar da Neca, é com grande alegria que vou homenagear minha grande amiga e ….amante ( ooohhhhh todas susurram) com imagens auto explicativas do meu grande amor por ela.

- Solta aí Carvalho !- berrou, finalmente.

Foi então que imagens bafônicas e explicitas de Anna totalmente nua em varias situações começaram a aparecer na projeção. E com uma piscadinha marota de Tônia, o DJ solta a novo hit funk da cidade: Porn this way.

A vergonha só não foi maior porque metade da cidade já sabia do segredo de Anna, mas a outra metade ficou perplexa. Indignado com as imagens, o velho Aristides Gramma voou com sua cadeira de rodas em cima de Anna para dar-lhe uma surra na frente de todos, mas sua mãe o empurrou longe e ele caiu de bruços inconsciente. O filho sem hesitar, veio com tudo pra cima da mãe. Anna sabia que sua Mae corria perigo de vida e se jogou em cima de Alcebiades Gramma e os dois rolaram até a entrada e sumiram escada abaixo.

O namorado de Anna não sabia o que fazer: se enfrentava a amante lésbica enfurecida, se ajudava Dona Penta, ou corria para a entrada e socorria Anna.

Dona Penta fechou os olhos e começou a emitir uns sons estranhos e um vento forte começou a soprar dentro do salão e a luz se apagou de uma vez. Não se ouvia mais o funk nem se viam aquelas imagens chocantes de Anna fazendo sexo de todas as maneiras.

Todos correram em pânico para a saída, antes do fogo tomar conta de tudo por ali. Depois de muita fumaça e gritos desesperados, o cheiro de churrasquinho tomou conta da região.

Procuram até hoje pelos corpos de Anna e Dona Penta, que desapareceram naquela tragédia como por encanto.

O enterro dos varões Gramma foi rápido e sem grande alarde.

O que realmente tomou conta de todas as rodinhas de conversa, e que durou até os dias de hoje, foi mais esse misterioso episódio na historia da família Gramma.

E talvez seja um dos motivos que os bailes de debutantes pararam de acontecer a anos na cidade de Corinto.

Comentários em: "AS CorintiANAS em: “A Incógnita da Fazenda X”" (3)

  1. Flávio disse:

    Adorei! Gente essas histórias estão dando o que falar. Risos!
    Esta é a intenção.
    Jimmy, vc ahazou! Inventou uma história BEM absurda. Não sei se coisa assim aconteceu em Corinto, mas como lá sempre acontecem coisas bizarras isso não ia assustar ninguém. hahahahah!

  2. Gente, nunca tinha pensado nessa hipótese mas faz todo sentido! :P

  3. [...] AS CORINTIANAS EM “A SEM PUDORES DO PÉ VERMELHO” – Clica Aqui AS CORINTIANAS EM “A SANTINHA DO CAPIM-GORDURA” – Clica Aqui AS CORINTIANAS EM “A NOVA GRÁVIDA DO CENTRO” – Clica Aqui AS CORINTIANAS EM: “A INCÓGNITA DA FAZENDA X” – Clica Aqui [...]

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